segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O que será que me  dá quando observo a idéia desses amantes.

        Um passo em frente outra realidade torna se relativa ao estado energético, estruturado pelo movimento encontrado através do imaginário, quando a situação é retorno, há estímulos relacionados quanto mesmo não estaria definido o aspecto encontrado pela difusão nos princípios, em que as particularidades na vida, trazem para o setor a definição realista de qualquer trauma.
        Relacionando cada intensidade de energia em movimento constante, todo tempo em que é transcendido pensamento em movimento, na realidade da ilusão se deforma por intervalos em qualquer outro tempo, não significa que exista total coerência entre o movimento e o pensamento, quando as intensidades de energias variam em razão do tempo ou mesmo tempo na realidade, para não sofrer com o desgaste físico e mental, podemos fazer com que uma ou outra intensidade, faça parte La de fora; ficaríamos mais livres para argumentar sobre tais relatividades, se não for opressão o retorno livre jamais afetará a razão do individuo porque a percepção é moral.
        Preferindo definir mais além encontra se a relatividade como alusão, quando se torna numa fração de segundos fazendo tangências, às realidades não especificadas em quaisquer outros tempos, a deformação é por existir um intervalo entre o pensamento, o tempo real e a intensidade de energia na ilusão, praticando a desilusão passa a fazer entendimentos na realidade.
        Os seres vivos são seres pensantes, e os pensamentos são intensidades de energias em movimentos constantes, podem situar se em tempos não específicos quando relativa se à memória, para o imaginário definir a intensidade relativa a realidade do individuo de objetividade em um alinhamento de genes, onde poderia ocorrer galhos em uma arvore genealógica, e os galhos serem variações para encontrar variáveis competentes além das condições dos traumas em proporções de culpa, ligando talvez a um só juízo no final.
                                      20/12/2010.  Márcio palafi.     



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