sábado, 25 de dezembro de 2010

A liberdade é um intervalo entre a noção em imaginar ver o que se pensa.

        Uma participação consciente no prazer, não retrata a usura como forma de liberdade em qualquer expressão, todo desejo vem da necessidade em obter algo necessário ao cotidiano do ser humano.
        O tempo de realização do pensamento e a virtude de cada um conseguir realizar um desejo, que está na razão em todo cotidiano, para mais, a liberdade é conseguida sim, porém em outro tempo de colisão entre a realidade e a necessidade de se envolver, por buscas relativas ao meio, para viver na intensidade que obedece a fluxos entre estímulos e retornos de energias no meio natural de convivência real.
        Duas linhas paralelas em todo cotidiano são fatores, uma é o imaginário e outra é realização real, quando está em tudo que se vê, pois a ilusão é tudo que se pensa imaginar ver; quando acontece a necessidade que é o desejo, a intensidade de energia faz da incógnita um labirinto, em questão do fator passar a ser a eloqüência humana, para enfatizar a razão em obter no desejo a opção pelas partes em evidência lógica.
        Quase sempre dizem que disso à parte vem do inconsciente, porém também pode fazer que o vetor seja o consciente, desejando algo real na vida cotidiano, para obter das ligações entre intensidades de energia o que a sociedade, tem como forma étnica em conseguir o estado, para constituir o exercício nacionalizado coerente em razões sociais humanitárias, levando a qualquer etnia a liberdade de exercer a ética para não acontecer discordância social, vivenciando assim o realismo pelo humanismo.
                                               25/12/2010.      Márcio palafi.

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