quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A paz pode estar como bem da fé que é graça de Deus.

        O mês do natal terminando um ciclo anual, a dimensão do desejo, na realidade retrata qualquer fato cujo aspecto tem seguimento de uma conjuntura nominal, que representa uma ideologia, no caso mais especifico a razão desse desejo explica o modo que a expressão é qualificada, partindo de atributos das etnias consolidando ao dispositivo na intensidade de energia, quando se envolve em reações por tempo indeterminado, para fazer da interação uma espécie a compensar a própria evolução humana.
        De repente acontecem surtos entre reações de energias, aprofundando a verdade de qualquer razão, a conseqüência fica a mercê, há vezes, nos tempos não específicos, quando se repete uma violação de dimensão sem finalidade de tempo, por isso temos o destino capaz, para promover da desinência em meios mais concretos dessas reações, qualificando o quadro na realidade como verdade que a vida prova, em tempo de aprovar conformidades étnicas, enfim se afirmar no direito além do trauma não possuir proporção de culpa, para compensação em juízo na qualidade do fato, quando o desejo desfaz a razão do alheio sem objetivo moral de qualquer etnia.
        Os lastros ramificados se tornam acessos dimensionados pelas distâncias, para que o estado provoque, sem intenções obliquas em territórios, pois as variações intensificam nos deslocamentos das idéias, quando fazem da evolução além de emergente, entendimentos bilaterais afetivos de classificação social, como forma unificada discute-se as divergências fora da tolerância do ser humano, em atribuir o que se constitui ao meio social, paz entre os povos que se unem para discutir o trajeto, quando os lastros somente levam a compensação do juízo, seja qual a espécie ou forma humana, a predisposição no desejo do realismo pelo humanismo, é que o ser humano tenha visão posterior para conceder na realidade o fator que leve a humanidade a razão da vida negar o ócio, e manter o direito mais humanizado, pois o paraíso é cruel se o irracional possuir reflexo maior no racional.
        Desejo o natal bem alegre com graça de fé, esperança de paz para posteridade.
                                                         06/12/2010.     Márcio palafi.

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