sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A contradição no fato.

Porém ao estabelecer um importante desempenho pelo exercício, a quem se interessasse a bem do conjunto de opiniões, o tempo está para o tempo como se fosse o ilimitado percurso preferido, onde a imagem real adquirisse segmento através da expressão do anteposto pensamento por suas vias mais freqüentes do próprio tempo, pois a partir daí a visão do interior buscasse mais fé pela procura na explicação ao fato em si.
Porém a distância estivera aquém da passagem, ao serem deflagradas as opiniões sem o devido entendimento. Então o caminho uma vez simultaneamente transmitido, colocaria a questão do propósito em discussão própria, em que o próprio exercício não fosse contaminado pela incompetência dos que vivem à ilusão da vida real, mais além ainda à incompetência, a imagem que é formada em razão desta opinião, ficara mais distorcida levando em conta o sentido da coisa e o caminho por onde é levada a ser absorvida a bem dos que levam em si a idéia alheia.
A formação da imagem requer um exercício, mesmo quando o fato não suporta na totalidade o total da expressão, no mínimo a previsão é de atenção ao risco pela má interpretação do seu conteúdo. O que é elaborado em um raciocínio é exemplo de propriedade e o seu conteúdo total não é encontrado na duvida em quem quer que seja, pois o propósito racional a bem em qualquer código, especifico ou não atinja a profundidade esporadicamente entendida, mesmo quando o caminho de direção oposta mas, de mesmo sentido encontre paz em respirar o ar na profundidade da fé.
Acervo em 15/07/2002. Publicado em 31/12/2010. Márcio palafi.













A distinção do ser humano.

A distinção humana competitivamente, como o tempo situa-se pelo complexo de idéias diante da propriedade em si, todavia o que tornara completamente por suas idéias, se estabiliza pelo racional, contudo geneticamente está propicio ao primordial, uma vez que seu instinto que é o pensamento o levaria a não perceber de onde vem, para onde vai ao poder de sua intuição, após fortalecer deixando o mundo dos vivos, podendo arder em uma neurose a consciência infeliz nas superstições dos tempos lamentosos, em pensar a respeito da morte relacionada ao mundo dos vivos, La onde Deus pai colocou, esteja em paz para todos, porque os que estão vivos lamentam a tortura da morte e a perda de alguém tão próximo no próprio tempo.
Acervo 26/10/2000. Publicado 31/12/2010. Márcio palafi.

Um compromisso sociável.

Tudo o quanto começa, realizável, em tal consciente a trajetória capaz se distante, onde o inicio tornar-se-á evidente à razão por existir matéria, então tudo ou a maioria das capacidades estão eminentes, nas quais a matéria envolve-se de energia caracterizando o racional, participando os impulsos ate os estímulos à uma tangencia de pensamentos ou movimentos interiorizados na ênfase moderada ou não de qualquer tempo das realidades especificas a tal competência por realizar, em qualquer tempo as funções normais conscientes obtendo da sociedade um retorno, assim sendo reação afim, em âmbitos sociais de destinatários, pelos compromissos diversos de ser humano relacionando matéria, energia, na razão dos movimentos próprios, cujas reações dependem de ações especificas pelos ambientes nas diversas camadas, planos ou níveis sociais. O intuito por sinal, é a característica da energia relativa a qualquer matéria capaz de se movimentar, diante do tempo com forma de razão, onde a ação é sociável.

Acervo 15/07/2002. Publicado 31/12/2010. Márcio palafi.






O compromisso é o ideal.

Uma infinidade de pensamentos transcorre adiante da prosperidade no homem em seu habitar natural, e o calor das palavras o levou a uma breve intuição, repentina e vazia, desde sua formação, ate que o próprio pensamento assimilou com um movimento, antecedendo a ação. Então o pensamento foi transformado em ação, de forma mais formal, pois alguém em tal formalidade se dedicara ao comprometimento do ato, com capacidade em ampliar seus atuais e expressivos movimentos. Ao detectar a ação apreciara algo em comum, por satisfazer tal movimento, o próprio pensamento em busca do afeto.
Bastaria um olhar apenas para que o seu desejo fosse restabelecido, desde o inicio ate onde estivesse em tempo real, colaborando assim ao projeto a que se propôs o ego próprio, alternando esta infinidade de pensamentos, como se fosse ou tivesse consolidando em si o raciocínio, no qual viera em forma de imagem o som de um pensamento, próprio de seu ideal comum em comum ao qualquer que fosse tal pensamento ou som especifico ou não à imagem sugerida em qual conformidade, captada como energia em seu meio, onde a característica fosse ou fizesse parte do seu código genético. Por quanto mais tempo, nós nos atiramos em meios aos artifícios, onde temos nossas, as nossas partes no conteúdo da memória, as passagens nos deixam bem esclarecida a idéia pela opinião, quando o conhecimento faz parte da consciência humana, e o irmão possivelmente também venha compreender o pensamento, mesmo que este não seja tão semelhante. Então temos o abrigo genético da vida na qual nos coloca a prova do nosso conhecimento. Em seu meio, onde a característica fosse ou fizesse parte do seu código genético.
Focalizo o pensamento como um fluido profundo e especifico de cada qual, fazendo parte da sociedade com seu depoimento dentre a realidade a que venha entender de si, além do domínio próprio, porque existe o psíquico onde de aprimora à idéia da realidade, mesmo subjetiva podemos determiná-la através da composição, no estado social pelo conhecimento do que é mais justo ao ser humano, dotado de opinião ou crítica, podendo viver assim uma democracia. Ao bem da sociedade envolve então, o estudo da crítica, para que esclareça a qualquer suposto mal entendido, pois a mais que se espere de um estado em conservação à dignidade no exercício democrático de um povo.
Acervo 27/09/2000. Publicado 31/12/2020. Márcio palafi.

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