Viver a certeza de ser um eterno aprendiz, numa metamorfose ambulante.
Alguém quando faz de finalidades inicio próprio a participar como compromissos cotidianos, opiniões diversas respeitando desde os direitos, se em todo ser humano antecipa ações para se delimitar reações.
A prudência revigora a cada entendimento se há retorno no entendimento, a razão fica mais estendida a vários princípios, qualificando a realidade na capacidade de busca além dessa reação ofuscar aos olhos, planejando essências do mais variados instintos levando tais razões ao compromisso como ideal.
Certifico em que demandar possibilidades teóricas faz com que um longo período analisando contradições, dentre elas o próprio interior quando entende se que o caminho dentro de possibilidades, tem particularidades formando o desejo de uma atividade muito mais profunda, quando não se formula a prevenção ante o remediar.
Estando todo esse aparato compreendido ou não, a certeza de que está sendo útil somente com a reposição do arbítrio em quem consegue também possuí-lo, fora do indeterminado alienável em tempo, o fato compreendido é único mas a capacidade de busca ofusca lhe o âmago em condições traumáticas adquiridas, como culpa no descuido de si, quanto a precisão de ansiedade qualquer ao fim da metade de tempo real vivido, também não tem ligação se está fora do conhecimento étnico, ainda mais fazendo parte em estado de transição, sempre com determinação a seguir um caminho em frente porque o passado passou, o que ficou é pouco quando se consegue fazer mais é porque Deus permitiu, de certa forma um compromisso pode ser variado porque o ser humano não é idêntico a outro, porém semelhantes às idéias quando focalizam logradouros temporais.
A margem do que possa parecer deixar em um blog a responsabilidade na atuação do compreendido poderia também fazer parte do desejo alheio, está para a semelhança entre os seres humanos, a que se diz ‘ os passos de um não faz a marca por outro observada’ não sei oportunamente se vou continuar fazendo isso em um blog ainda mais usando a Google, prefiro publicações em livros, não sou contra not books, porém pode ser uma atividade bem mais rápida e de proporção ate distorcida, a batalha para fazer da expressão uma qualidade definida demora muito tempo, no caso pode uma vida inteira, apelo para ate quando não for compreendido nas todas expressões é porque o caminho está apenas começando, entendo como a visão de um novo tempo apesar dos perigos, compreender a idéia também é ser semelhante na vida diversificada das tantas etnias miscigenadas formando a família na sociedade civilizada para viver um tempo melhor, obrigado por fazerem parte desse tempo a vida prova através do realismo pelo humanismo. Márcio palafi. 31/03/2011.
O blog tem a finalidade de concentrar opiniões cotidianas numa conexão de tempo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Incognitas das ligações.
Os intervalos entre variáveis variam nos galhos.
Das parafernálias da vida a positividade no tempo classifica as incógnitas, como fatos esquecidos, nos intervalos além da razão nesse mesmo tempo não ficar específico, se a condição do trauma proporciona culpa em realidade qualquer, estacionamos os feitos pela memória em participação comum entre etnias nos povos mais seguros do seu estado na conta do seu contingente.
Os esquecidos na memória sem relatividade um dia foram audazes como anciões e ânsias; certos de que o feito pode ser justo, quando justificado a bem da memória na comunicação determinada da expressão livre, pois na resistividade consegue se mais uma adição, em parte ate ao mais profundo atingindo toda relatividade possuindo tangencia, a realidade ocorre como finalidade no principio, se a visão sensitiva fica também relativa à imagem do pensamento como imaginário da ilusão.
Alinhados os relativos passos subentende ao finito dos esquecimentos, que a fatalidade em um contra tempo, não compete ao ego, porém se ao âmago sintoniza ao radical na profundidade, quando há subjetividade além da variação em variável das tangentes, alimentam síndromes também relativas ao estado, em que se encontra numa gigantesca arvore genealógica o galho estruturado, para em outra visão figura o objetivo no individuo.
Relacionamos dias cotidianos no imaginário das ilusões esquecidas, dos galhos enfraquecidos por qualquer detalhe, pois a misericórdia se estabiliza a profundidade necessária ao recurso nominado do argumento na expressão da realidade relativa ao fato disposto ao feito de que com a eloqüência fica tão distante, ainda mais quando uma rajada de vento vem através do tempo, transcorrer mais outro esquecimento, pois a relatividade na variação talvez se encontre fora da tolerância, indo participar variação mais profunda, porque o ego relaciona ao âmago quando está relativo ao radical, sendo necessário estado de realização, do imaginário nos esquecimentos um dia no cotidiano da memória faz relativas raízes, dessa arvore genealógica nos suficientes adornos galhos, e as folhas recobrem-na no inicio da primavera aos novos ventos do outono.
Márcio palafi. 29/03/2011.
Das parafernálias da vida a positividade no tempo classifica as incógnitas, como fatos esquecidos, nos intervalos além da razão nesse mesmo tempo não ficar específico, se a condição do trauma proporciona culpa em realidade qualquer, estacionamos os feitos pela memória em participação comum entre etnias nos povos mais seguros do seu estado na conta do seu contingente.
Os esquecidos na memória sem relatividade um dia foram audazes como anciões e ânsias; certos de que o feito pode ser justo, quando justificado a bem da memória na comunicação determinada da expressão livre, pois na resistividade consegue se mais uma adição, em parte ate ao mais profundo atingindo toda relatividade possuindo tangencia, a realidade ocorre como finalidade no principio, se a visão sensitiva fica também relativa à imagem do pensamento como imaginário da ilusão.
Alinhados os relativos passos subentende ao finito dos esquecimentos, que a fatalidade em um contra tempo, não compete ao ego, porém se ao âmago sintoniza ao radical na profundidade, quando há subjetividade além da variação em variável das tangentes, alimentam síndromes também relativas ao estado, em que se encontra numa gigantesca arvore genealógica o galho estruturado, para em outra visão figura o objetivo no individuo.
Relacionamos dias cotidianos no imaginário das ilusões esquecidas, dos galhos enfraquecidos por qualquer detalhe, pois a misericórdia se estabiliza a profundidade necessária ao recurso nominado do argumento na expressão da realidade relativa ao fato disposto ao feito de que com a eloqüência fica tão distante, ainda mais quando uma rajada de vento vem através do tempo, transcorrer mais outro esquecimento, pois a relatividade na variação talvez se encontre fora da tolerância, indo participar variação mais profunda, porque o ego relaciona ao âmago quando está relativo ao radical, sendo necessário estado de realização, do imaginário nos esquecimentos um dia no cotidiano da memória faz relativas raízes, dessa arvore genealógica nos suficientes adornos galhos, e as folhas recobrem-na no inicio da primavera aos novos ventos do outono.
Márcio palafi. 29/03/2011.
domingo, 27 de março de 2011
Ligando numa conexão de tempo.
Os retratos foram pelos envelhecidos em tempo, como participação da realidade nesse dialeto a compreensão fica a disposição em conexão de tempo que não é específico, na razão de realidade qualquer.
Márcio palafi. 27/03/2011.
Márcio palafi. 27/03/2011.
Ligando numa conexão de tempo.
Visão em perspectiva de paz.
Os acontecimentos decorrem de acordo, em comum com disposições posicionadas a tempo para perceber que, se existe visão como percepção, quando essa participa a utopia o fato encontrar a teoria dos Drs. Hipocrates e Sócrates, não tem mais como tornar visível além, enquanto o feito faz como dispositivo dos extremos apocalípticos tramitarem de "D" paz "D" porém sendo a razão de Deus justa, o Diabo tenta a qualquer custo obter esta, mesmo sabendo disso não recobre que a vida prova, pois estaria ele o "Deus" em extremidades alcançado talvez o radical através do tempo, por tal peleja ferrenha sem volume de energia quando necessário se distorce pela hipótese criada do artifício na razão em comum, por isso o estado em que se encontra percorre por espaços vazios, podendo não achar resistência, porém se quando encontrar há possibilidade de fazer versos pela resistência, pois foram desfeitos os laços em disposição à liberdade em ocasião para definir a razão de Deus que é justa, quanto ao feito no fato à vida prova o dialeto está integrado ao tempo que não é específico de realidade qualquer, não contrair trauma para não proporcionar culpa encontrando através do realismo pelo humanismo razão de vida e não de morte.
Márcio palafi. 27/03/2011.
Os acontecimentos decorrem de acordo, em comum com disposições posicionadas a tempo para perceber que, se existe visão como percepção, quando essa participa a utopia o fato encontrar a teoria dos Drs. Hipocrates e Sócrates, não tem mais como tornar visível além, enquanto o feito faz como dispositivo dos extremos apocalípticos tramitarem de "D" paz "D" porém sendo a razão de Deus justa, o Diabo tenta a qualquer custo obter esta, mesmo sabendo disso não recobre que a vida prova, pois estaria ele o "Deus" em extremidades alcançado talvez o radical através do tempo, por tal peleja ferrenha sem volume de energia quando necessário se distorce pela hipótese criada do artifício na razão em comum, por isso o estado em que se encontra percorre por espaços vazios, podendo não achar resistência, porém se quando encontrar há possibilidade de fazer versos pela resistência, pois foram desfeitos os laços em disposição à liberdade em ocasião para definir a razão de Deus que é justa, quanto ao feito no fato à vida prova o dialeto está integrado ao tempo que não é específico de realidade qualquer, não contrair trauma para não proporcionar culpa encontrando através do realismo pelo humanismo razão de vida e não de morte.
Márcio palafi. 27/03/2011.
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Pororoca.
No cotidiano dos acontecimentos em todos relembram conectando o tempo que não é específico, pois cada segundo difere se do outro por outra intensidade localizada em qualquer reação, assim delimitando então o fato do movimento relacionar facção de intensidade no instante de movimento.
Em se tratando de adequar isso ate ao radical é que encontramos a razão dos extremos apocalípticos, se um extremo é Deus e o outro é o Diabo, um dos extremos possuindo razão, o outro peleja a qualquer custo localizar a intenção como garantia de vida não conseguindo, assim há ligação própria na realidade do outro em tempo para admitir, que a razão imprópria não é de Deus, sendo localizada no Diabo que usa os extremos apocalípticos como razão própria, por fim na finalidade ficaria perdido na utopia?
O valor das coisas perdidas acionadas pelos extremos à razão, sendo justificada convencendo como ideal ao humanismo, tal razão de tempo que não é específico teria o feito proporcionado pela culpa não justificada, afim da condição do trauma ser a parte de contaminação no arbítrio sem colisão, enquanto a tangencia por síndrome localizada num tempo de realidade do fato justificado, compensa ou não o juízo.
Na realidade os extremos apocalípticos não colidem entre si, então a razão não justificada fica utópica, para que a vida mais prolongada possa perceber que a convecção usando o raciocínio seja a vida compreendida no realismo pelo humanismo, para o qual a visão no radical faz miscigenação então a vida prova por ser mais prolongada, a questão justa é viver e deixar viver.
Márcio palafi. 27/03/2011.
No cotidiano dos acontecimentos em todos relembram conectando o tempo que não é específico, pois cada segundo difere se do outro por outra intensidade localizada em qualquer reação, assim delimitando então o fato do movimento relacionar facção de intensidade no instante de movimento.
Em se tratando de adequar isso ate ao radical é que encontramos a razão dos extremos apocalípticos, se um extremo é Deus e o outro é o Diabo, um dos extremos possuindo razão, o outro peleja a qualquer custo localizar a intenção como garantia de vida não conseguindo, assim há ligação própria na realidade do outro em tempo para admitir, que a razão imprópria não é de Deus, sendo localizada no Diabo que usa os extremos apocalípticos como razão própria, por fim na finalidade ficaria perdido na utopia?
O valor das coisas perdidas acionadas pelos extremos à razão, sendo justificada convencendo como ideal ao humanismo, tal razão de tempo que não é específico teria o feito proporcionado pela culpa não justificada, afim da condição do trauma ser a parte de contaminação no arbítrio sem colisão, enquanto a tangencia por síndrome localizada num tempo de realidade do fato justificado, compensa ou não o juízo.
Na realidade os extremos apocalípticos não colidem entre si, então a razão não justificada fica utópica, para que a vida mais prolongada possa perceber que a convecção usando o raciocínio seja a vida compreendida no realismo pelo humanismo, para o qual a visão no radical faz miscigenação então a vida prova por ser mais prolongada, a questão justa é viver e deixar viver.
Márcio palafi. 27/03/2011.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Movimento das ondas.
O desvio para o tempo beneficia terceiros.
Considerar cidadania compreende que a visão do ser humano possua em exercício, qual na vida depende do raciocínio na realidade para converter intensidade de energia pensamento, em intensidade de energia no movimento realizado a tempo de conseguir, a partir daí um efeito na percepção da sociedade pelo entendimento, assim como negar o ócio fica competente quando recebe retorno dessa intensidade, qual emitiu como estímulo adotado por sua visão social, poder fazer competir à utilidade do seu tempo, porém a razão para negar o ócio para alguém compreende compensar o juízo," digo alguém ser humano no fato do cidadão se sentir bem alimentado", pois a realidade do seu consciente faz a capacidade no seu juízo, além do fato ser entendido no meio social como razão, quando beneficia o bem coletivo sem mesmo saber, que a visão de terceiros colocaria a não utilidade da razão do desvio, para fazer com que o dano da perda seja o benefício que os terceiros obtiveram com a perda quando dano.
Márcio palafi. 17/03/2011.
Lua litorânea.
As coisas que podemos entender, por mais
Estão ao alcance dos nossos sonhos
Os mesmos que sonhamos em possuir
A direção em que o tempo, para não mais
Voltar atrás com a extensão distante, além
Estimando ao estremecer quando caindo
ao relento madrugada, comum de verão
Há mais ondas pelo mar, quando lua cheia
Tem brilho prata, os reflexos vão tão fora
Do alcance, mas a vista fica radiante
De prazer numa noite de brilho sem fim.
Márcio palafi. 21/03/2011.
Considerar cidadania compreende que a visão do ser humano possua em exercício, qual na vida depende do raciocínio na realidade para converter intensidade de energia pensamento, em intensidade de energia no movimento realizado a tempo de conseguir, a partir daí um efeito na percepção da sociedade pelo entendimento, assim como negar o ócio fica competente quando recebe retorno dessa intensidade, qual emitiu como estímulo adotado por sua visão social, poder fazer competir à utilidade do seu tempo, porém a razão para negar o ócio para alguém compreende compensar o juízo," digo alguém ser humano no fato do cidadão se sentir bem alimentado", pois a realidade do seu consciente faz a capacidade no seu juízo, além do fato ser entendido no meio social como razão, quando beneficia o bem coletivo sem mesmo saber, que a visão de terceiros colocaria a não utilidade da razão do desvio, para fazer com que o dano da perda seja o benefício que os terceiros obtiveram com a perda quando dano.
Márcio palafi. 17/03/2011.
Lua litorânea.
As coisas que podemos entender, por mais
Estão ao alcance dos nossos sonhos
Os mesmos que sonhamos em possuir
A direção em que o tempo, para não mais
Voltar atrás com a extensão distante, além
Estimando ao estremecer quando caindo
ao relento madrugada, comum de verão
Há mais ondas pelo mar, quando lua cheia
Tem brilho prata, os reflexos vão tão fora
Do alcance, mas a vista fica radiante
De prazer numa noite de brilho sem fim.
Márcio palafi. 21/03/2011.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Ligando numa conexão de tempo.
O inconseqüente é inconsciente.
Nos consolidados trajetos entre os pragmáticos, foram catalogados afim em conhecer a verdade pelo contato moral na civilização, para que a razão da fobia seja inócua por certos parâmetros, quais estacionam seus artifícios diante da competência, porém além desse conhecimento estar diante de outras razões, estas coligadas por vários analíticos consagrados em tempo para reformular as intenções programadas, pelos delirantes descontentes do sistema, no qual as participações emotivas levam a crer que o fato é sempre inodoro, porém constante à parte disso ser resolvido, além do principio se conectar a finalidade em qualquer tempo faz diferenciar a questão do destino, quando alguns contemplam a proporção da culpa enquanto outros se desentendem na condição do trauma persistir, em uma ocasião para que se possa esquematizar, assim o efeito mais justo por não haver reação fora da tolerância, é que o inconseqüente é sempre inconsciente, podendo analisar outra intenção onde determinada a outro fato coerente a esse destino a que se deu.
Tentar especificar qualquer tempo para destino, não é fácil para entendimento, quando a finalidade nessa disposição se faz capaz,”continua sempre que você responde sim, a sua imaginação” por enquanto a vida vai nesse entendimento provar, pois sempre o consciente está fora do tempo, se há incoerência do inconseqüente através do inconsciente, quando a reação fica fora de tolerância em qualquer incompreensão, em outra tentativa de outra duvidosa inconseqüência do destino coerente a variação na variável no exercício cotidiano.
No caso a razão do consciente é justificar o fato na realidade, quando a variação na variável é conseqüente ao tempo de reação realizado no feito, a capacidade envolve o realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 23/03/2011.
Nos consolidados trajetos entre os pragmáticos, foram catalogados afim em conhecer a verdade pelo contato moral na civilização, para que a razão da fobia seja inócua por certos parâmetros, quais estacionam seus artifícios diante da competência, porém além desse conhecimento estar diante de outras razões, estas coligadas por vários analíticos consagrados em tempo para reformular as intenções programadas, pelos delirantes descontentes do sistema, no qual as participações emotivas levam a crer que o fato é sempre inodoro, porém constante à parte disso ser resolvido, além do principio se conectar a finalidade em qualquer tempo faz diferenciar a questão do destino, quando alguns contemplam a proporção da culpa enquanto outros se desentendem na condição do trauma persistir, em uma ocasião para que se possa esquematizar, assim o efeito mais justo por não haver reação fora da tolerância, é que o inconseqüente é sempre inconsciente, podendo analisar outra intenção onde determinada a outro fato coerente a esse destino a que se deu.
Tentar especificar qualquer tempo para destino, não é fácil para entendimento, quando a finalidade nessa disposição se faz capaz,”continua sempre que você responde sim, a sua imaginação” por enquanto a vida vai nesse entendimento provar, pois sempre o consciente está fora do tempo, se há incoerência do inconseqüente através do inconsciente, quando a reação fica fora de tolerância em qualquer incompreensão, em outra tentativa de outra duvidosa inconseqüência do destino coerente a variação na variável no exercício cotidiano.
No caso a razão do consciente é justificar o fato na realidade, quando a variação na variável é conseqüente ao tempo de reação realizado no feito, a capacidade envolve o realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 23/03/2011.
terça-feira, 22 de março de 2011
Incógnita de intervalos.
Entre uma onda e outra o tempo não é específico.
Em meio a tantos blogs que se tornam veiculo de comunicação entre indivíduos de diversas classes sociais, essas se destacando em diversas etnias, dizem coisas contraditórias as vezes, por isso o tempo em que se adapta uma visão de realidade, no outro dia é preciso estar de acordo com outras intenções, pois os desejos são diversificados em cada um que se coloca a disposição de entender o outro se expõe em relacionamento de vida social, com a família lhe pregando os desejos de antepassados quando não conseguiram fazer nada do que a vida no futuro ofereceria para deixar de herança um dia talvez.
O tempo é mesmo empregado de maneira útil, pois as coisas que são feitas no passado possibilitam as razões de futuros, os futuros compreendem a partir de conhecimentos diversificados entre todas as etnias qualificadas para interagir ate compartilhar.
Para especificar a condição do trauma a que se refere o fato do feito, uma onda ou outra onda significa ir ou pegar onda, o mais constrangedor de uma onda seria na composição analógica levar caixote, porém isso é para surfista qual a onda não chega a ser ate o fim do campeonato, no mais o contato do sol ou o brilho da prata da lua levam a crer que é dia ou é noite.
A possibilidade em observar o que se passa com liberdade é poder fazer comentários a respeito do fim de um campeonato, para começar outro a cada dia, a não ser quando o mar está de ressaca, e antes de entrar ele joga para fora com ou sem razão de pegar uma onda legal no mar que não da pé, porque não é uma praia naturalmente entendida na integra como um espaço qualquer onde pessoas chegam e agradam aos seus egos insaciáveis de qualquer sentimento de conclusão de pensamento para o próximo campeonato ser melhor, talvez em outra praia ou ate mesmo como maneira de dizer em lugares onde nem tem praia.
O comentário da vida é individual o que faz agrado ou não do coletivo, participante da razão em existir, e ficar sempre classificado ou ate mesmo só para fazer parte do tempo como coisas uteis à sociedade, que os passados nem sempre deixaram para os do futuro Possuir de maneira relutante e vazia ao mesmo tempo, isso é um choque no qual causa conflito de gerações quando sucumbem no juízo final com a ânsia da morte.
Márcio palafi. 22/03/2011.
Em meio a tantos blogs que se tornam veiculo de comunicação entre indivíduos de diversas classes sociais, essas se destacando em diversas etnias, dizem coisas contraditórias as vezes, por isso o tempo em que se adapta uma visão de realidade, no outro dia é preciso estar de acordo com outras intenções, pois os desejos são diversificados em cada um que se coloca a disposição de entender o outro se expõe em relacionamento de vida social, com a família lhe pregando os desejos de antepassados quando não conseguiram fazer nada do que a vida no futuro ofereceria para deixar de herança um dia talvez.
O tempo é mesmo empregado de maneira útil, pois as coisas que são feitas no passado possibilitam as razões de futuros, os futuros compreendem a partir de conhecimentos diversificados entre todas as etnias qualificadas para interagir ate compartilhar.
Para especificar a condição do trauma a que se refere o fato do feito, uma onda ou outra onda significa ir ou pegar onda, o mais constrangedor de uma onda seria na composição analógica levar caixote, porém isso é para surfista qual a onda não chega a ser ate o fim do campeonato, no mais o contato do sol ou o brilho da prata da lua levam a crer que é dia ou é noite.
A possibilidade em observar o que se passa com liberdade é poder fazer comentários a respeito do fim de um campeonato, para começar outro a cada dia, a não ser quando o mar está de ressaca, e antes de entrar ele joga para fora com ou sem razão de pegar uma onda legal no mar que não da pé, porque não é uma praia naturalmente entendida na integra como um espaço qualquer onde pessoas chegam e agradam aos seus egos insaciáveis de qualquer sentimento de conclusão de pensamento para o próximo campeonato ser melhor, talvez em outra praia ou ate mesmo como maneira de dizer em lugares onde nem tem praia.
O comentário da vida é individual o que faz agrado ou não do coletivo, participante da razão em existir, e ficar sempre classificado ou ate mesmo só para fazer parte do tempo como coisas uteis à sociedade, que os passados nem sempre deixaram para os do futuro Possuir de maneira relutante e vazia ao mesmo tempo, isso é um choque no qual causa conflito de gerações quando sucumbem no juízo final com a ânsia da morte.
Márcio palafi. 22/03/2011.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Tsuname, a posse da terra.
Para o mundo admitir que alguém fique em regime, poder soberano quarenta anos ou mais, fazendo com que tenha razão a qualquer custo, parece frase de algum capaz em assegurar sua soberania em puro regime de ditadura, porém para um povo que quer se libertar usaria terceiros artifícios, além desse poder ter constituído situação? Seria a efeito de opressão? Então não seria confortável exibir corte de justiça como fazem com outros ditadores? Ate que passaram por transição negociável de reforma de constituição também a um custo de vidas? Não se relacionou terceiros para que o interior estivesse em demasia fora de uso, em se tratando de oriente médio muitos imigrantes partiram de lá por que razão for, não se sabe, estão em outras terras, mas a questão é alguém fica e assegura o poder a qualquer custo, ainda mais tendo atividade bélica capaz de destruir impostores, estando em seu local, outros também estariam a observar, como aquele ditador teria conseguido manter o poder, quando os outros estavam por dizer, sua ditadura de regime autoritário está ultrapassada, por várias e outras razões incluindo a paz, não podem desejar que reforme sua maneira de impor atividade de governo? Quantos mais antigos não estariam disposto à convecção após tortura do caveira em a libertação de ala com o sacrifício da vida para aclamação de Deus ou do Diabo? Qual seria a disposição da tirania depois de cristo emitir que a vida é plena no caminho da verdade, porém o caminho é de pedra.
A reflexão da paz está para o conselho de paz, o conselho da guerra está para a guerra, somente quem está em casa poderia saber que o diabo é muito mais maravilhoso que a feiúra da justiça, com retornos de crueldade quando a vida prova o efeito da onda, encontra fundamento na crítica do leitor quando a crueldade do trauma faz a sociedade emitir a nodoa da vingança, não termina não termina com o perdão de Deus, mas pode ter segmento com a injustiça do demônio querendo possuir a qualquer custo a razão do poder, para poder fazer tudo o que puder a qualquer custo.
Márcio palafi. 21/03/2011.
Para o mundo admitir que alguém fique em regime, poder soberano quarenta anos ou mais, fazendo com que tenha razão a qualquer custo, parece frase de algum capaz em assegurar sua soberania em puro regime de ditadura, porém para um povo que quer se libertar usaria terceiros artifícios, além desse poder ter constituído situação? Seria a efeito de opressão? Então não seria confortável exibir corte de justiça como fazem com outros ditadores? Ate que passaram por transição negociável de reforma de constituição também a um custo de vidas? Não se relacionou terceiros para que o interior estivesse em demasia fora de uso, em se tratando de oriente médio muitos imigrantes partiram de lá por que razão for, não se sabe, estão em outras terras, mas a questão é alguém fica e assegura o poder a qualquer custo, ainda mais tendo atividade bélica capaz de destruir impostores, estando em seu local, outros também estariam a observar, como aquele ditador teria conseguido manter o poder, quando os outros estavam por dizer, sua ditadura de regime autoritário está ultrapassada, por várias e outras razões incluindo a paz, não podem desejar que reforme sua maneira de impor atividade de governo? Quantos mais antigos não estariam disposto à convecção após tortura do caveira em a libertação de ala com o sacrifício da vida para aclamação de Deus ou do Diabo? Qual seria a disposição da tirania depois de cristo emitir que a vida é plena no caminho da verdade, porém o caminho é de pedra.
A reflexão da paz está para o conselho de paz, o conselho da guerra está para a guerra, somente quem está em casa poderia saber que o diabo é muito mais maravilhoso que a feiúra da justiça, com retornos de crueldade quando a vida prova o efeito da onda, encontra fundamento na crítica do leitor quando a crueldade do trauma faz a sociedade emitir a nodoa da vingança, não termina não termina com o perdão de Deus, mas pode ter segmento com a injustiça do demônio querendo possuir a qualquer custo a razão do poder, para poder fazer tudo o que puder a qualquer custo.
Márcio palafi. 21/03/2011.
domingo, 20 de março de 2011
Movimento das ondas.
Além, no paraíso ser humano reproduz sendo entre animais.
Cada minuto quando passa a realidade do ser vivo se verifica capaz, meditando sempre em razão da continuidade de vida, não significa determinar a morte sem fim para generalizar a questão do negocio ir por mais tempo compensar o juízo.
O direito adquirido estabelece que a finalidade no princípio de vida, seja não se traumatizar, assim acarretar culpa a quem for não resulta em prover mérito, porque o retorno passaria a ser pelo desvio provocado, para o beneficio continuar além do mar das acácias, pura expressão, quando ressalta impunidade à continência desconhecida aos advérbios de lugar subentendidos em tempos preparados, como se a realidade da razão fosse delimitar uma ida sem continuação de volta.
Em bem acontecer minuto passou, porém adiante o pensamento antecede que o arbítrio encontre razão em existir por mais um dia, assim encontrando mais um trauma à sociedade étnica, pode se deixar administrar outra alienação por abstinência, incapaz de ser raciocinada pelo raciocínio alheio, passando a cruel aos olhos dos bem conhecedores superiores dos mais valiosos conceitos de felicidade, em dominar o poder na existência voraz, desfazendo da razão da vida por possuir poder sobre poder dos mais algozes poderosos, desfrutam do silencio nas aberrações adivinhadas em outro espaço, pois esse já passou diante dos olhos nos canalhas, não aproveita mais tempo, porém tanto espaço acabar pelo recomeço.
A vida merece o mérito da morte sem culpa de trauma nenhum retorno ate então resultou participar dos transtornos de bloqueios, os desvios na personalidade não são específicos, pois podem ficar e agir, em outro instante a razão também passa; a impunidade não revolta o poder de quem tem, somente coloca mais um quando quer ser alguém, por fazer algo além da alienação o ego nas extremidades entram em conflito, quando distúrbios provocam barreiras em síndromes, nos desejos de poder estão todos ali, podendo fazer o que a impunidade não da direito, além do mérito ser justo como direito adquirido, ainda existe a luta da vida pela morte do infame, qual sabe o diagnóstico do poder, porém a razão de Deus é justa tanto que a vida prova.
Márcio palafi. 20/03/2011.
Silencio mais profundo que a escuridão.
No silencio uma escuridão profunda
Da realidade mais clara, brio pacífico
Por de traz de antigos armários vazios
Capatazes dirigem opinião, que vão
Estacionar seus trechos descontentes
Mais freqüentes que a idade, não desfaz
Sem capacidade, a luz do destino simples
Como tanta dor mais voraz, sem cobertura
Se o poder consome todo o infinito
As sobras dos retratos, além do tempo
Somente das lembranças, o ruído
Escuridão de uma profunda agonia
Sem dor, sem margem, sem interior
O silencio da escuridão, mais profunda
Que vazia, não faz caso da dor sem ruído
Quando o profundo, não existe
O infinito ainda não chegou além.
Márcio palafi. 20/03/2011.
Cada minuto quando passa a realidade do ser vivo se verifica capaz, meditando sempre em razão da continuidade de vida, não significa determinar a morte sem fim para generalizar a questão do negocio ir por mais tempo compensar o juízo.
O direito adquirido estabelece que a finalidade no princípio de vida, seja não se traumatizar, assim acarretar culpa a quem for não resulta em prover mérito, porque o retorno passaria a ser pelo desvio provocado, para o beneficio continuar além do mar das acácias, pura expressão, quando ressalta impunidade à continência desconhecida aos advérbios de lugar subentendidos em tempos preparados, como se a realidade da razão fosse delimitar uma ida sem continuação de volta.
Em bem acontecer minuto passou, porém adiante o pensamento antecede que o arbítrio encontre razão em existir por mais um dia, assim encontrando mais um trauma à sociedade étnica, pode se deixar administrar outra alienação por abstinência, incapaz de ser raciocinada pelo raciocínio alheio, passando a cruel aos olhos dos bem conhecedores superiores dos mais valiosos conceitos de felicidade, em dominar o poder na existência voraz, desfazendo da razão da vida por possuir poder sobre poder dos mais algozes poderosos, desfrutam do silencio nas aberrações adivinhadas em outro espaço, pois esse já passou diante dos olhos nos canalhas, não aproveita mais tempo, porém tanto espaço acabar pelo recomeço.
A vida merece o mérito da morte sem culpa de trauma nenhum retorno ate então resultou participar dos transtornos de bloqueios, os desvios na personalidade não são específicos, pois podem ficar e agir, em outro instante a razão também passa; a impunidade não revolta o poder de quem tem, somente coloca mais um quando quer ser alguém, por fazer algo além da alienação o ego nas extremidades entram em conflito, quando distúrbios provocam barreiras em síndromes, nos desejos de poder estão todos ali, podendo fazer o que a impunidade não da direito, além do mérito ser justo como direito adquirido, ainda existe a luta da vida pela morte do infame, qual sabe o diagnóstico do poder, porém a razão de Deus é justa tanto que a vida prova.
Márcio palafi. 20/03/2011.
Silencio mais profundo que a escuridão.
No silencio uma escuridão profunda
Da realidade mais clara, brio pacífico
Por de traz de antigos armários vazios
Capatazes dirigem opinião, que vão
Estacionar seus trechos descontentes
Mais freqüentes que a idade, não desfaz
Sem capacidade, a luz do destino simples
Como tanta dor mais voraz, sem cobertura
Se o poder consome todo o infinito
As sobras dos retratos, além do tempo
Somente das lembranças, o ruído
Escuridão de uma profunda agonia
Sem dor, sem margem, sem interior
O silencio da escuridão, mais profunda
Que vazia, não faz caso da dor sem ruído
Quando o profundo, não existe
O infinito ainda não chegou além.
Márcio palafi. 20/03/2011.
sábado, 19 de março de 2011
Se a verdade é subjetiva a realidade é objetividade do individuo.
Compaixão, pena combinada ao risco da sociedade étnica.
Quando si determina compaixão ao fato de que incompreensão não faz parte do próprio ego, além desse movimento pela visão, qualquer realidade transforma como convecção, para relatividade ser envolvida ate por outra ou mais características de memória, na situação de equilíbrio entre energias nas etnias equivalentes ao tempo da realidade, pois a visão corresponde ao espaço de realização para renovação de memória de um tempo não específico.
Na realidade desse espaço, imaginário também se faz relativo ao que se vê, por movimento semelhante ao fato, se a finalidade tem subjetividade relativa ao objeto, quando individuo relaciona objetivo de memória em qualquer movimento semelhante.
Portanto adequar espaço físico da memória, ao espaço físico da realidade requer fatos difusos relacionando partes, determinando ser capacitado à memória em tempo não específico, para realização no imaginário de relatividade à memória, pela realidade qualquer por tempo indefinido, na subjetividade formada com efeito de reação, como fundamento de crítica no individuo relacionado ao meio em que a sociedade está civilizadamente competente.
Entretanto o efeito étnico nas ações entre sociedades estão difusas maneiras adequadas na memória em que se deu trauma proporcionado pela culpa, para a situação de risco estender à realidade, imaginário ate ao juízo que é justo pelo sinal visível em grupos étnicos, da condição nos desníveis em participação extrema nesse estado, onde memória está relativa ao trauma encontrado pela razão da culpa no fato ser justificada, como exemplo na forma convencional do arbítrio adjacente.
Caso realismo pelo humanismo o ser humano realiza além do efeito estar ético, povos se inserem como presença em memória relativa ao fato de que o trauma não foi suficiente para que a proporção da culpa provocasse ao imaginário da ilusão conexão de tempo, através do raciocínio se pratica convecção qual tempo admitir, quando o efeito do trauma se fez devido ação plena, ligando compaixão obtém no extremo, as classificações nos conceitos humanos sendo, participar na realidade desse tempo qualquer, adequação da memória por período maior possível, assim a justificativa de compaixão será capaz em produzir energia, enquanto reação dessas compensaria na memória, além do gene conciliar partes definidas na memória do conceito étnico envolvida pela ética.
Márcio palafi. 19/03/2011.
Quando si determina compaixão ao fato de que incompreensão não faz parte do próprio ego, além desse movimento pela visão, qualquer realidade transforma como convecção, para relatividade ser envolvida ate por outra ou mais características de memória, na situação de equilíbrio entre energias nas etnias equivalentes ao tempo da realidade, pois a visão corresponde ao espaço de realização para renovação de memória de um tempo não específico.
Na realidade desse espaço, imaginário também se faz relativo ao que se vê, por movimento semelhante ao fato, se a finalidade tem subjetividade relativa ao objeto, quando individuo relaciona objetivo de memória em qualquer movimento semelhante.
Portanto adequar espaço físico da memória, ao espaço físico da realidade requer fatos difusos relacionando partes, determinando ser capacitado à memória em tempo não específico, para realização no imaginário de relatividade à memória, pela realidade qualquer por tempo indefinido, na subjetividade formada com efeito de reação, como fundamento de crítica no individuo relacionado ao meio em que a sociedade está civilizadamente competente.
Entretanto o efeito étnico nas ações entre sociedades estão difusas maneiras adequadas na memória em que se deu trauma proporcionado pela culpa, para a situação de risco estender à realidade, imaginário ate ao juízo que é justo pelo sinal visível em grupos étnicos, da condição nos desníveis em participação extrema nesse estado, onde memória está relativa ao trauma encontrado pela razão da culpa no fato ser justificada, como exemplo na forma convencional do arbítrio adjacente.
Caso realismo pelo humanismo o ser humano realiza além do efeito estar ético, povos se inserem como presença em memória relativa ao fato de que o trauma não foi suficiente para que a proporção da culpa provocasse ao imaginário da ilusão conexão de tempo, através do raciocínio se pratica convecção qual tempo admitir, quando o efeito do trauma se fez devido ação plena, ligando compaixão obtém no extremo, as classificações nos conceitos humanos sendo, participar na realidade desse tempo qualquer, adequação da memória por período maior possível, assim a justificativa de compaixão será capaz em produzir energia, enquanto reação dessas compensaria na memória, além do gene conciliar partes definidas na memória do conceito étnico envolvida pela ética.
Márcio palafi. 19/03/2011.
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Qualidade para conduzir entre os extremos de conduta social.
Atingindo traumas como fundamento básico, compreende se culpa a partir da incidência na sociedade de conduto, para estruturar compensação na finalidade do principio, estar competente desde o interior como subjetividade ate ao individuo de objetivo, além do próprio trauma a possibilidade de retorno na sociedade corresponde ao estímulo de qualidade, na quantidade de energia quando ação novamente em forma de adjetivos, não determinando a condição do espaço a que se deu conduto atingido pelo tempo em que a sociedade classificou a qualidade do trauma na coletividade de etnia mesmo miscigenada.
Todos os termos básicos fundamentam se partindo em qualquer possibilidade, admitir que competir classifica se por reagir na condição de oportunidade, para compensação do próprio termo, ser a razão na ação de qualidade de trauma na atividade de razão no tempo não específico, compreender moral de ser humano se cidadão, quanto responsabiliza se pela sua reação diante da ação, o denomina capaz ate aceitar não rejeitar qualquer conflito social entre etnias no convívio familiar diversificado da miscigenação nos povos, para realidade qualquer se subjetividade é intensificada nas intensidades de energia, enquanto a relatividade faz no individuo formação de objetividade na realidade do seu tempo em comum ao convívio, pela sua capacidade em converter intensidade de energia a partir do raciocínio, os estímulos adquiridos das massas de atividade intensa, conforme o arbítrio destinado em seu conduto moralizado pela idéia de ser justo quando possível em razão natural.
As condições específicas de alinhamento de genes estão envolvidas nas diversificadas particularidades sociais políticos em povos, na realidade o tempo não específico permite razão justificada da ação como feito, além do trauma não possuir retorno intensificado pela proporção de culpa no objetivo do individuo, assim o individuo evita o trauma, quando absorve o retorno do seu estímulo que não tem qualidade no feito se não proporciona retorno de culpa pela sua reação ser justificada como justa, quando a conciliação entre relatividade entre genes estabelece parâmetros nas etnias miscigenadas das realidades quaisquer em tempos não específicos considerando do realismo pelo humanismo, oportunidade de valor teórico de afinidade à sociedade civilizada mais justa, antes que seja tarde se não antes tarde do que nunca.
Márcio palafi. 18/03/2011.
Atingindo traumas como fundamento básico, compreende se culpa a partir da incidência na sociedade de conduto, para estruturar compensação na finalidade do principio, estar competente desde o interior como subjetividade ate ao individuo de objetivo, além do próprio trauma a possibilidade de retorno na sociedade corresponde ao estímulo de qualidade, na quantidade de energia quando ação novamente em forma de adjetivos, não determinando a condição do espaço a que se deu conduto atingido pelo tempo em que a sociedade classificou a qualidade do trauma na coletividade de etnia mesmo miscigenada.
Todos os termos básicos fundamentam se partindo em qualquer possibilidade, admitir que competir classifica se por reagir na condição de oportunidade, para compensação do próprio termo, ser a razão na ação de qualidade de trauma na atividade de razão no tempo não específico, compreender moral de ser humano se cidadão, quanto responsabiliza se pela sua reação diante da ação, o denomina capaz ate aceitar não rejeitar qualquer conflito social entre etnias no convívio familiar diversificado da miscigenação nos povos, para realidade qualquer se subjetividade é intensificada nas intensidades de energia, enquanto a relatividade faz no individuo formação de objetividade na realidade do seu tempo em comum ao convívio, pela sua capacidade em converter intensidade de energia a partir do raciocínio, os estímulos adquiridos das massas de atividade intensa, conforme o arbítrio destinado em seu conduto moralizado pela idéia de ser justo quando possível em razão natural.
As condições específicas de alinhamento de genes estão envolvidas nas diversificadas particularidades sociais políticos em povos, na realidade o tempo não específico permite razão justificada da ação como feito, além do trauma não possuir retorno intensificado pela proporção de culpa no objetivo do individuo, assim o individuo evita o trauma, quando absorve o retorno do seu estímulo que não tem qualidade no feito se não proporciona retorno de culpa pela sua reação ser justificada como justa, quando a conciliação entre relatividade entre genes estabelece parâmetros nas etnias miscigenadas das realidades quaisquer em tempos não específicos considerando do realismo pelo humanismo, oportunidade de valor teórico de afinidade à sociedade civilizada mais justa, antes que seja tarde se não antes tarde do que nunca.
Márcio palafi. 18/03/2011.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Há coerência nos inconscientes.
A classificação nos mundos participa ao plano de vida, coisas fundidas nas entranhas dos meios mais socializados, tanto que mais civilizados fluem como qualquer fluxo de saída várias hipóteses, entre todas elas ressalta iminente conduta quanto ao individuo personificar imagem em rótulos mais influentes aos meios mais populosos, estão sempre precavidos no interesse das classificações, onde o trauma possibilita formação de culpa, assim agindo como transmissor se acha capaz em possuir o bem mais valioso do irmão, se por sua vez não consegui, adquire um meio mais determinado como se admirasse a razão do extremo, não tende a consolidar o meio em que se desloca, estando afim do principio em cavidade de bloqueio, poderia permanecer ao seu contato iminente e desconhecido.
Muitas vezes traçando limites, responsáveis permitiram incógnitas sem que influentes admitissem, que poderiam estar ligados em concepção de genes hereditários de mesmo principio, estariam eles adequando à razão do bloqueio como forma de se emancipar diante da sociedade maltratada pelo convívio demente da razão extremista, mesmo sabendo que pode se tratar de um efeito apocalíptico, não faz conta de situação ligada a qualquer continência desconhecida ao seu próprio meio, pois já traz no seu cotidiano incompreensões adquiridas por analises sociais, não permitindo que faça parte do convívio natural na participação do seu ambiente.
Muitas vezes as extremidades da vida são exploradas pelos cantos, mas os meios onde se dá a intendência no obliquo depende de compreensão maior, pois os meios mais dificultosos da vida são descartados pelos contingentes, quando não mais encontram o principio em ligar a alguma finalidade, não possuem talvez intensidades de energia capaz de visualizar a outra margem do tempo, podendo então em alguns a intenção para fazer o bloqueio desse argumento, impedindo por depreciação de energia, são colocados pelo interesse dos que querem possuir o direito com razão do poder a qualquer custo, isso implica em ter capacidade em optar por meios incapazes de fazer, estão à mercê do absurdo incontrolável dos tais inconscientes, quando não admitem ser convertidos para tempo de realidade, consomem do sonho utópico a ilusão dos menos favorecidos, conseguem pelo menos sonhar que existe um mundo igual, porém não conseguem se libertar da alienação, sonhando o que não é, mas admite o engano, se por ele errar na realidade o erro for humano, podemos errar tentando acertar, pelo conceito étnico além da ética universal no arbítrio em cada etnia.
Márcio palafi. 18/03/2011.
A classificação nos mundos participa ao plano de vida, coisas fundidas nas entranhas dos meios mais socializados, tanto que mais civilizados fluem como qualquer fluxo de saída várias hipóteses, entre todas elas ressalta iminente conduta quanto ao individuo personificar imagem em rótulos mais influentes aos meios mais populosos, estão sempre precavidos no interesse das classificações, onde o trauma possibilita formação de culpa, assim agindo como transmissor se acha capaz em possuir o bem mais valioso do irmão, se por sua vez não consegui, adquire um meio mais determinado como se admirasse a razão do extremo, não tende a consolidar o meio em que se desloca, estando afim do principio em cavidade de bloqueio, poderia permanecer ao seu contato iminente e desconhecido.
Muitas vezes traçando limites, responsáveis permitiram incógnitas sem que influentes admitissem, que poderiam estar ligados em concepção de genes hereditários de mesmo principio, estariam eles adequando à razão do bloqueio como forma de se emancipar diante da sociedade maltratada pelo convívio demente da razão extremista, mesmo sabendo que pode se tratar de um efeito apocalíptico, não faz conta de situação ligada a qualquer continência desconhecida ao seu próprio meio, pois já traz no seu cotidiano incompreensões adquiridas por analises sociais, não permitindo que faça parte do convívio natural na participação do seu ambiente.
Muitas vezes as extremidades da vida são exploradas pelos cantos, mas os meios onde se dá a intendência no obliquo depende de compreensão maior, pois os meios mais dificultosos da vida são descartados pelos contingentes, quando não mais encontram o principio em ligar a alguma finalidade, não possuem talvez intensidades de energia capaz de visualizar a outra margem do tempo, podendo então em alguns a intenção para fazer o bloqueio desse argumento, impedindo por depreciação de energia, são colocados pelo interesse dos que querem possuir o direito com razão do poder a qualquer custo, isso implica em ter capacidade em optar por meios incapazes de fazer, estão à mercê do absurdo incontrolável dos tais inconscientes, quando não admitem ser convertidos para tempo de realidade, consomem do sonho utópico a ilusão dos menos favorecidos, conseguem pelo menos sonhar que existe um mundo igual, porém não conseguem se libertar da alienação, sonhando o que não é, mas admite o engano, se por ele errar na realidade o erro for humano, podemos errar tentando acertar, pelo conceito étnico além da ética universal no arbítrio em cada etnia.
Márcio palafi. 18/03/2011.
quinta-feira, 17 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Preciso admitir que não foi possível realizar a formatação do erro quando escrevi e enviei um email para o jornal, os profissionais da google que me entendão não fiz curso de aperfeiçoamento em computação, por isso as vezes pode ocorrer erros, porém não é pela minha incompetência, é porque não tenho muito conhecimento em tecnológia onde a computação específica o intermedio de opiniões e críticas para as pessoas se comunicarem, enfim, o erro disso é não saber muito bem os efeitos da informática para o uso pessoal, assim sem limites para alcançar a compreensão na compensação do juizo como forma a inserir mais entendimento, desenvolvendo a partir de conseguir emitir através de pesquisa sobre valores etnicos conceitos afim em etnias, para a sociedade se tornar mais compreensiva e competente no realismo pelo humanismo, repito posso cosiderar o erro inesplicável?
Márcio palafi. 17/03/2011.
Márcio palafi. 17/03/2011.
quarta-feira, 16 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Relato simplório de um admirador da razão de Deus ser justa.
Acreditar em Deus justifica a razão não encontra pelos relatos dos fariseus, tentando assumir a condição de aceitar, que a verdade por ser um caminho muito duro seria como carregar pedras encontradas, assim como já se não bastasse aqui está mais uma pedra no meio do caminho, a dúvida seria o peso delas não ser aliviado quando a lápide qual cobre o sepulcro se transformaria maior com o decorrer do caminho.
Márcio palafi. 15/03/2011.
Acreditar em Deus justifica a razão não encontra pelos relatos dos fariseus, tentando assumir a condição de aceitar, que a verdade por ser um caminho muito duro seria como carregar pedras encontradas, assim como já se não bastasse aqui está mais uma pedra no meio do caminho, a dúvida seria o peso delas não ser aliviado quando a lápide qual cobre o sepulcro se transformaria maior com o decorrer do caminho.
Márcio palafi. 15/03/2011.
terça-feira, 15 de março de 2011
Movimento das ondas em relação crítica.
Síndrome de instinto inconseqüente.
O tempo não para quando nenhum instante encontra razões equilibradas acontecendo assim, se quando o efeito em qualquer síndrome corresponde ao mesmo tempo na situação, espera conseguinte à intromissão competente pelo alinhamento no conceito a ser estipulado, como conteúdo na forma específica da reação entre energia de relatividade ao contexto, em contato ao entendimento no circuito, ate chegar a tal circunstancia adquirida.
O mesmo conteúdo poderia conter outros artifícios, quando a condição de qualquer trauma fosse entender que proporcionar culpa, seria para a relatividade de subjetividade se o objetivo estiver por qualquer motivo desviado como no individuo de busca, aprofundando o pensamento ate a parte mais profunda do ser devolver, relatividade na realidade com visão imaginária da memória em tempo de intensidade de energia relativa à matéria na realidade específica em todo conceito de humanismo.
O conceito de opinião humana não se trata possuir de qualquer instinto, a formação de expressões para ser conduzida a qualquer reação impulsiva, de inerência a se deslocar no tempo, através de intensidades não raciocinadas como convecção em tempo para energia de pensamento levar ao movimento em reação inconseqüente no fluxo de saída, na finalidade em ligar princípio de vida negar o ócio.
Embora tudo isso seja providência de razão mútua, a quem queira administrar o caminho alheio, para a concepção no arbítrio envolver a propriedade, lateralmente o artifício empregado fica possível para qual tempo for deflagrado o instante do vazio causado pelo fosso entre dois lados da vida, que se transformam em quatro pela orientação indevida na razão X, pois não se consegue o mesmo tempo sem realização traumática, quando no movimento Y desloca em seu espaço na direção contida pelo instinto humano, quando o próprio pensamento transfere a tangência causada por uma ligação de X se achar em Y, de classificação também mútua num alinhamento de genes ate mesmo passando por variáveis de galhos, sem maiores proporções de culpa no fato da verdade ser afim da subjetividade a relatividade em realização da realidade do individuo em seu meio social.
Terminando o contra tempo em tal instinto poderia não se adaptar a outro galho sendo a própria variação, pois não existem dois tempos idênticos na transferência como condição de trauma sendo culpa, ainda que cada etnia reaja de igual para igual se a justificativa consegue fixar como justa a ação da reação em tempo não específico de uma realidade qualquer, e o trauma do individuo não nos ativar como conhecedor de tal emoção. Márcio palafi. 16/03/2011.
O tempo não para quando nenhum instante encontra razões equilibradas acontecendo assim, se quando o efeito em qualquer síndrome corresponde ao mesmo tempo na situação, espera conseguinte à intromissão competente pelo alinhamento no conceito a ser estipulado, como conteúdo na forma específica da reação entre energia de relatividade ao contexto, em contato ao entendimento no circuito, ate chegar a tal circunstancia adquirida.
O mesmo conteúdo poderia conter outros artifícios, quando a condição de qualquer trauma fosse entender que proporcionar culpa, seria para a relatividade de subjetividade se o objetivo estiver por qualquer motivo desviado como no individuo de busca, aprofundando o pensamento ate a parte mais profunda do ser devolver, relatividade na realidade com visão imaginária da memória em tempo de intensidade de energia relativa à matéria na realidade específica em todo conceito de humanismo.
O conceito de opinião humana não se trata possuir de qualquer instinto, a formação de expressões para ser conduzida a qualquer reação impulsiva, de inerência a se deslocar no tempo, através de intensidades não raciocinadas como convecção em tempo para energia de pensamento levar ao movimento em reação inconseqüente no fluxo de saída, na finalidade em ligar princípio de vida negar o ócio.
Embora tudo isso seja providência de razão mútua, a quem queira administrar o caminho alheio, para a concepção no arbítrio envolver a propriedade, lateralmente o artifício empregado fica possível para qual tempo for deflagrado o instante do vazio causado pelo fosso entre dois lados da vida, que se transformam em quatro pela orientação indevida na razão X, pois não se consegue o mesmo tempo sem realização traumática, quando no movimento Y desloca em seu espaço na direção contida pelo instinto humano, quando o próprio pensamento transfere a tangência causada por uma ligação de X se achar em Y, de classificação também mútua num alinhamento de genes ate mesmo passando por variáveis de galhos, sem maiores proporções de culpa no fato da verdade ser afim da subjetividade a relatividade em realização da realidade do individuo em seu meio social.
Terminando o contra tempo em tal instinto poderia não se adaptar a outro galho sendo a própria variação, pois não existem dois tempos idênticos na transferência como condição de trauma sendo culpa, ainda que cada etnia reaja de igual para igual se a justificativa consegue fixar como justa a ação da reação em tempo não específico de uma realidade qualquer, e o trauma do individuo não nos ativar como conhecedor de tal emoção. Márcio palafi. 16/03/2011.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Ligando numa conexão de tempo.
Mesmo com o peso das pedras.
Percebendo um dia que qualquer sonho teria razão
Quando chegasse a hora de possuir por completo
Qualquer que fosse a metade do qual tempo
Lembrando que nem sempre, foi permitido sonhar
Sem menos toda vida, passa como um raio devagar
Vai bem mais forte, sem fazer conta da realidade
Acordando em outro dia, a metade a meia idade
Encontra se novo, outro parte para afinar vindo
Amanhecer, nem sempre por razão
Se a costa fica perdida, o tempo não esquece
Não se sabe qual tempo ficou perdido
Por qual afinidade acreditou
Porém há um sonho vivo que é real
Viver livre, quando alço vôo livre
Sem hora marcada, para voltar
Colocar os pés no chão onde da pé
O caso pode ser, acredite a vida
O tempo volta como outra onda
A lembrança não está esquecida
Sem razão para sonhar outro vôo
Alçaria no mesmo ritmo de mar.
Márcio palafi. 13/03/2011.
Percebendo um dia que qualquer sonho teria razão
Quando chegasse a hora de possuir por completo
Qualquer que fosse a metade do qual tempo
Lembrando que nem sempre, foi permitido sonhar
Sem menos toda vida, passa como um raio devagar
Vai bem mais forte, sem fazer conta da realidade
Acordando em outro dia, a metade a meia idade
Encontra se novo, outro parte para afinar vindo
Amanhecer, nem sempre por razão
Se a costa fica perdida, o tempo não esquece
Não se sabe qual tempo ficou perdido
Por qual afinidade acreditou
Porém há um sonho vivo que é real
Viver livre, quando alço vôo livre
Sem hora marcada, para voltar
Colocar os pés no chão onde da pé
O caso pode ser, acredite a vida
O tempo volta como outra onda
A lembrança não está esquecida
Sem razão para sonhar outro vôo
Alçaria no mesmo ritmo de mar.
Márcio palafi. 13/03/2011.
domingo, 13 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
Para o imaginário o impossível teria relatividade além do limite da fronteira.
Os limites em qualquer estado correspondem às fronteiras, quando são vistas como ponto, em interseção fazem da própria intensidade de energia o fluxo pela miscigenação, nessa competência o raciocínio busca na subjetividade a relatividade em objetivo no individuo.
As miscigenações por estados competitivos alinham os níveis entre etnias, quando variam dos subniveis formando espaços entre nível e subnivel, naturalmente os intervalos nas características sofrem relatividade em desníveis, para quanto tempo que não é específico, facilitar a atividade de memória também relativa; há capacidade do individuo em si, para quando o imaginário influir direto ou indiretamente ao meio social, porque o ambiente também de maneira está relativo ao tempo não específico
O impossível por qualquer razão estaria influente como competência de classes, em trechos não deflagrados na história, onde o individuo mantém o interesse no ambiente em seu meio social, para transferir tal relatividade em interseção pelo objetivo coletivo relativo, ainda mais quando verdade fosse subjetiva, buscando em qualquer pretexto incontido qual clama se inconsciente.
Em constituição “versão incontido” corresponde a qualquer parte, na interseção não relativa não encontrada em tempo porque o imaginário, na ilusão fica temporariamente sem fluxo de limites, perdendo quando em tempo a razão de estar pelo contratempo encontrado no pretexto, na verdade mais profunda de um ciclo que não se fechou por ter sofrido convecção como raciocínio, porém fica a relatividade na memória na ênfase do outro período, formado por um estado de espera dentro da fronteira relativa, além do limite incontido no fluxo impossível ao imaginário sem projeção real.
No entanto a realidade se torna cruel e difícil, para admitir tal tempo não especifico, porém a razão mais profunda quanto for identificar por síndromes a relatividade volátil, em outra qualquer evidencia de pensamento à realidade de vida se desfaz, quando o destino no trauma não proporciona culpa, ate a tal profundidade não estender ao raciocínio na convecção do próprio tempo, tendo síndrome relativa ao variável da variação encontrada pela interseção mesmo volatizada, exerce a razão em estar novamente em outro dia, após o imaginário identificar que o impossível não existe.
Márcio palafi. 13/03/2011.
Os limites em qualquer estado correspondem às fronteiras, quando são vistas como ponto, em interseção fazem da própria intensidade de energia o fluxo pela miscigenação, nessa competência o raciocínio busca na subjetividade a relatividade em objetivo no individuo.
As miscigenações por estados competitivos alinham os níveis entre etnias, quando variam dos subniveis formando espaços entre nível e subnivel, naturalmente os intervalos nas características sofrem relatividade em desníveis, para quanto tempo que não é específico, facilitar a atividade de memória também relativa; há capacidade do individuo em si, para quando o imaginário influir direto ou indiretamente ao meio social, porque o ambiente também de maneira está relativo ao tempo não específico
O impossível por qualquer razão estaria influente como competência de classes, em trechos não deflagrados na história, onde o individuo mantém o interesse no ambiente em seu meio social, para transferir tal relatividade em interseção pelo objetivo coletivo relativo, ainda mais quando verdade fosse subjetiva, buscando em qualquer pretexto incontido qual clama se inconsciente.
Em constituição “versão incontido” corresponde a qualquer parte, na interseção não relativa não encontrada em tempo porque o imaginário, na ilusão fica temporariamente sem fluxo de limites, perdendo quando em tempo a razão de estar pelo contratempo encontrado no pretexto, na verdade mais profunda de um ciclo que não se fechou por ter sofrido convecção como raciocínio, porém fica a relatividade na memória na ênfase do outro período, formado por um estado de espera dentro da fronteira relativa, além do limite incontido no fluxo impossível ao imaginário sem projeção real.
No entanto a realidade se torna cruel e difícil, para admitir tal tempo não especifico, porém a razão mais profunda quanto for identificar por síndromes a relatividade volátil, em outra qualquer evidencia de pensamento à realidade de vida se desfaz, quando o destino no trauma não proporciona culpa, ate a tal profundidade não estender ao raciocínio na convecção do próprio tempo, tendo síndrome relativa ao variável da variação encontrada pela interseção mesmo volatizada, exerce a razão em estar novamente em outro dia, após o imaginário identificar que o impossível não existe.
Márcio palafi. 13/03/2011.
quinta-feira, 10 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Este texto me faz lembrar,”A comilança”.
As vezes pelo mundo os povos estão emitindo coisas entre dados relevantes, quais as estrofes planejam ate mesmo saciar os desejos mais profundos dos cidadãos consumidores das cidades ou periferias, contentes com seus poderes ativos ou passivos, de acordo com oportunidades concluídas dos retornos.
Para a massa deslumbrante o que seria irrelevante não vem ao caso, pois talvez nem chegariam, pensando que o poder seria retribuído em troca de casos famintos, de que?
O que é de interesse da nação está para o mundo do ser humano, quando se depara com a fome de que?
O desejo é diversificado entre os povos, porém a fome não descarta a hipótese do poder conseguir o poder de que?
Mais adiante o ser humano tem interesse em saciar a fome, obtendo a energia por conta da razão da fome?
O ser que se diz superior está sentado em seu porte maior para que o poder seja o domínio de que o desejo um dia seja o poder de saciar a fome em troca de outra fome, porque a distância entre a água e o ar não existe, só porque o poder não tem ate o ponto, a compensação de outro dia sem fome, pois o poder dominou ate a fome.
Será ate quando a incógnita emergir do abismo entre dois vales saciados de apetite, que o poder caberá ao prato mais completo do dia.
O cotidiano depende muitas vezes de outros cotidianos em conjunto formam calendários e os cardápios estão em seus devidos locais, a mercê dos poderes pegares e olhares o que queres comer, queres comer poder?
A distinção não vem ao caso dependendo da fome, e é isso que compõe outro caso em outro dia compensar ou não o desejo de comer.
Márcio palafi. 10/03/2011.
As vezes pelo mundo os povos estão emitindo coisas entre dados relevantes, quais as estrofes planejam ate mesmo saciar os desejos mais profundos dos cidadãos consumidores das cidades ou periferias, contentes com seus poderes ativos ou passivos, de acordo com oportunidades concluídas dos retornos.
Para a massa deslumbrante o que seria irrelevante não vem ao caso, pois talvez nem chegariam, pensando que o poder seria retribuído em troca de casos famintos, de que?
O que é de interesse da nação está para o mundo do ser humano, quando se depara com a fome de que?
O desejo é diversificado entre os povos, porém a fome não descarta a hipótese do poder conseguir o poder de que?
Mais adiante o ser humano tem interesse em saciar a fome, obtendo a energia por conta da razão da fome?
O ser que se diz superior está sentado em seu porte maior para que o poder seja o domínio de que o desejo um dia seja o poder de saciar a fome em troca de outra fome, porque a distância entre a água e o ar não existe, só porque o poder não tem ate o ponto, a compensação de outro dia sem fome, pois o poder dominou ate a fome.
Será ate quando a incógnita emergir do abismo entre dois vales saciados de apetite, que o poder caberá ao prato mais completo do dia.
O cotidiano depende muitas vezes de outros cotidianos em conjunto formam calendários e os cardápios estão em seus devidos locais, a mercê dos poderes pegares e olhares o que queres comer, queres comer poder?
A distinção não vem ao caso dependendo da fome, e é isso que compõe outro caso em outro dia compensar ou não o desejo de comer.
Márcio palafi. 10/03/2011.
quarta-feira, 9 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Travessia, uma plataforma tão distante do fim.
O ser humano nasce em algum tempo para ocupar tal lugar no espaço, e ainda mais tentar ser útil, para que no conteúdo social familiar, faça a sua parte superando as tentações, vindas das ações cotidianas envolvendo em seu meio ambiental.
A justiça do homem, embora seja em parte, tenta ser semelhante à justiça de Deus, enfim no caminho indo ao mais profundo, toda verdade tem seu principio na finalidade de vida, quando o juízo é compensado, obrigado meu Deus se estou diante do espelho e posso dizer, sou justo comigo mesmo, porque não vou culpar ninguém por que provoque trauma, por isso não culpo, nem vou cobra seja, nem vou trair a razão de Deus.
Márcio palafi. 09/03/2011.
O ser humano nasce em algum tempo para ocupar tal lugar no espaço, e ainda mais tentar ser útil, para que no conteúdo social familiar, faça a sua parte superando as tentações, vindas das ações cotidianas envolvendo em seu meio ambiental.
A justiça do homem, embora seja em parte, tenta ser semelhante à justiça de Deus, enfim no caminho indo ao mais profundo, toda verdade tem seu principio na finalidade de vida, quando o juízo é compensado, obrigado meu Deus se estou diante do espelho e posso dizer, sou justo comigo mesmo, porque não vou culpar ninguém por que provoque trauma, por isso não culpo, nem vou cobra seja, nem vou trair a razão de Deus.
Márcio palafi. 09/03/2011.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.
A chama dos conflitos.
Imagine se todo conflito estiver generalizado ao próprio individuo.
Aponta para que o qual representante conselho se segurança, pela paz entre os povos, poderíamos expor que para os seguidores no mundo de ala, a razão da morte significa a libertação para a eternidade, porém o infinitivo quanto imperativo entra em conflito ao se deparar com variáveis étnicas dos povos dominados, que nunca alcançam a tal sonhada liberdade, por isso esperando a dominação total em todos os tempos, quais forem tanto eternizados, admirar libertação do conceito médio oriental classifica o poder sobre os demais, quantos não são solucionados a bem do império, pois estariam todos eles alinhados com o intuito de dominação, regulando qual liberdade à dominação do fogo, quantos os desconhecidos iriam apagar toda chama acessa que brotava por entre as torres, ate se tornar a base carburada em mistura etanológica apropriada nos circuitos de cidadania livre do imperialismo decadente, no mundo dos aflitos em conflito, sempre que tentam apagar a chama eterna adotada nos tempos não especificados, ate à eternidade de ala se possível entrar em contradição com o seu próprio tempo também não específico, para que a liberdade seja infinitamente eterna, enquanto a chama do fogo esteja acessa; porque não a chama do amor ao Deus justiça, e não a do temor ao Deus império pela contradição do conflito?
Márcio palafi. 07/03/2011.
Imagine se todo conflito estiver generalizado ao próprio individuo.
Aponta para que o qual representante conselho se segurança, pela paz entre os povos, poderíamos expor que para os seguidores no mundo de ala, a razão da morte significa a libertação para a eternidade, porém o infinitivo quanto imperativo entra em conflito ao se deparar com variáveis étnicas dos povos dominados, que nunca alcançam a tal sonhada liberdade, por isso esperando a dominação total em todos os tempos, quais forem tanto eternizados, admirar libertação do conceito médio oriental classifica o poder sobre os demais, quantos não são solucionados a bem do império, pois estariam todos eles alinhados com o intuito de dominação, regulando qual liberdade à dominação do fogo, quantos os desconhecidos iriam apagar toda chama acessa que brotava por entre as torres, ate se tornar a base carburada em mistura etanológica apropriada nos circuitos de cidadania livre do imperialismo decadente, no mundo dos aflitos em conflito, sempre que tentam apagar a chama eterna adotada nos tempos não especificados, ate à eternidade de ala se possível entrar em contradição com o seu próprio tempo também não específico, para que a liberdade seja infinitamente eterna, enquanto a chama do fogo esteja acessa; porque não a chama do amor ao Deus justiça, e não a do temor ao Deus império pela contradição do conflito?
Márcio palafi. 07/03/2011.
quinta-feira, 3 de março de 2011
crítica do movimento natural no realismo pelo humanismo.
Para o juízo final.
Ao participar de declarada elaborada demanda em envolvimento descrito, portanto a razão da vida edifica viver, deixar viver para que, no entanto a justiça de Deus à vida prove, através do caminho na verdade diversificar condições traumáticas afim das proporções de culpa ser qualificação social, concedendo assim a compreensão da pena, em compaixão ate compensar o juízo, além de possuir esperança de que o meio ambiente seja afável como meio social, onde os seres que esperam dádiva do céu possam, embora desproporcional compensar os que preferem o apocalipse final de todos os tempos.
Como todo entendimento deixa de ser recíproco quando tal dádiva em tempo, relaciona interação para buscar subjetividade objetivo individuo, mantém relatividades entre energias, quando entram em reação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 02/03/2011.
Ao participar de declarada elaborada demanda em envolvimento descrito, portanto a razão da vida edifica viver, deixar viver para que, no entanto a justiça de Deus à vida prove, através do caminho na verdade diversificar condições traumáticas afim das proporções de culpa ser qualificação social, concedendo assim a compreensão da pena, em compaixão ate compensar o juízo, além de possuir esperança de que o meio ambiente seja afável como meio social, onde os seres que esperam dádiva do céu possam, embora desproporcional compensar os que preferem o apocalipse final de todos os tempos.
Como todo entendimento deixa de ser recíproco quando tal dádiva em tempo, relaciona interação para buscar subjetividade objetivo individuo, mantém relatividades entre energias, quando entram em reação no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 02/03/2011.
terça-feira, 1 de março de 2011
opinião cotidiano, conexao de tempo.
Surgindo profecia além de emergir justiça de fato na vida como feito.
Em um tempo que não é específico por tão pouco predominava a razão de Deus, desta participava ele sendo mais provido entre todos os outros seus irmãos, cada qual semelhante em suas razões também sendo mais ajustadas a todos, quando o tempo se especificava ao fato do feito em cada qual tempo for.
Quando o ser humano compreendia a razão dele semelhante à justiça, para que todos os Deuses seguissem a razão de um, em predominância da realidade qualquer porque o espaço denominado a cada qual seria por um irmão encontrar outra visão contraditória a dele mesmo, partiram todos através dos conflitos deflagrados como indícios de síndrome em abstinência de poder.
Para qual passar a usura porque seria pouco interessante em mitologia “o mitológico Odim não tiraria lok” lembrando que pela razão da existência o mundo se desfez pela razão do poder sobre o poder de poder, mesmo assim os dias continuaram seguindo as noites ou vice versa, enquanto a distância poderia ser enquanto não encontramos forma em conduzir ao individuo o poder necessário para generalizar o poder de Deus, quando se faz justo a justificativa em qualquer razão por ser verdade encontrada no recurso, quando o argumento mais profundo quanto fosse a existência desse pretexto numa ligação de tempo, através de uma onda ou outra ate encontrar na sua profundidade o fundamento dela começar ate finalizar, durante esse tempo especifica se fatos para que a sociedade tenha sua existência classificada.
Como bem se pode dizer a respeito do poder fazer, em qual tempo pela opinião do efeito na onda o fundamento da crítica, ao terceiro dia na visão do terceiro milênio todas as profecias seriam possuídas em razão de fatos, esses concluídos em conjunção dominante aos poderes de Deus, que através da razão de cada qual no feito, para a vida na realidade provar no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 27/02/2011.
Um efeito desprendimento varonil.
Quando acontece averiguação em que mais de uma hipótese se deflagra ao mesmo tempo, é porque o então não se encontra específico pela razão para que somente uma delas relacione o pensamento, quando no devido tempo ocorre razão de variável em qualquer variação, pois a evidência na vida relata o fato como o estado de compromisso pela relatividade da ação que deflagrada tornar-se-ia o feito de um tão somente reagir na condição de estar ao alcance de quem for o movimento individuo característico, na opinião conjunta da sociedade encontrar em todas as etnias miscigenadas.
O efeito de ser individuo compromissado pela razão na existência qualquer, faz com que cada qual tenha a sua opinião, quando a qualidade na reação do alheio refletir trauma posicionando terceiros, além desse movimento de ação transmitir culpa qualificada à sociedade, em qualquer das etnias devolvida forma mais justa justificando o movimento de reação na ação deflagrada em tempo não específico ao fato consumado.
Participaram quantos em cada qual o movimento tem reação relativa à relatividade no individuo, qualificado pela intensidade energética na geração adequada do espaço ocupado a cada individuo necessário, quando a evidência do pensamento relaciona evidência na vida, quando a razão de tempo compreende naquele devido tempo não específico, individuo ocupando aquele espaço está pela energia de pensamento relativo na energia de movimento individuo, ate então a ação poderia ser somente de um, porém a reação traumatiza a todos tendo no retorno, qualidade da culpa na qualificação do trauma no mesmo individuo, qual interesse poderia ser o tempo perdido por terceiros em dizer a qualidade não é neutra além do desvio, isso se a quantidade de terceiros fosse proporcional, o que coloca a sociedade de etnias desproporcionais aos efeitos, porém na alternativa a vida prova o tempo específica na qualidade do feito ser somente do individuo, assim ele poderá carregar a sua cruz ate ao calvário e ser crucificado, mas isso será só depois da quaresma na sexta feira da paixão.
Márcio palafi. 01/03/2011.
Em um tempo que não é específico por tão pouco predominava a razão de Deus, desta participava ele sendo mais provido entre todos os outros seus irmãos, cada qual semelhante em suas razões também sendo mais ajustadas a todos, quando o tempo se especificava ao fato do feito em cada qual tempo for.
Quando o ser humano compreendia a razão dele semelhante à justiça, para que todos os Deuses seguissem a razão de um, em predominância da realidade qualquer porque o espaço denominado a cada qual seria por um irmão encontrar outra visão contraditória a dele mesmo, partiram todos através dos conflitos deflagrados como indícios de síndrome em abstinência de poder.
Para qual passar a usura porque seria pouco interessante em mitologia “o mitológico Odim não tiraria lok” lembrando que pela razão da existência o mundo se desfez pela razão do poder sobre o poder de poder, mesmo assim os dias continuaram seguindo as noites ou vice versa, enquanto a distância poderia ser enquanto não encontramos forma em conduzir ao individuo o poder necessário para generalizar o poder de Deus, quando se faz justo a justificativa em qualquer razão por ser verdade encontrada no recurso, quando o argumento mais profundo quanto fosse a existência desse pretexto numa ligação de tempo, através de uma onda ou outra ate encontrar na sua profundidade o fundamento dela começar ate finalizar, durante esse tempo especifica se fatos para que a sociedade tenha sua existência classificada.
Como bem se pode dizer a respeito do poder fazer, em qual tempo pela opinião do efeito na onda o fundamento da crítica, ao terceiro dia na visão do terceiro milênio todas as profecias seriam possuídas em razão de fatos, esses concluídos em conjunção dominante aos poderes de Deus, que através da razão de cada qual no feito, para a vida na realidade provar no realismo pelo humanismo.
Márcio palafi. 27/02/2011.
Um efeito desprendimento varonil.
Quando acontece averiguação em que mais de uma hipótese se deflagra ao mesmo tempo, é porque o então não se encontra específico pela razão para que somente uma delas relacione o pensamento, quando no devido tempo ocorre razão de variável em qualquer variação, pois a evidência na vida relata o fato como o estado de compromisso pela relatividade da ação que deflagrada tornar-se-ia o feito de um tão somente reagir na condição de estar ao alcance de quem for o movimento individuo característico, na opinião conjunta da sociedade encontrar em todas as etnias miscigenadas.
O efeito de ser individuo compromissado pela razão na existência qualquer, faz com que cada qual tenha a sua opinião, quando a qualidade na reação do alheio refletir trauma posicionando terceiros, além desse movimento de ação transmitir culpa qualificada à sociedade, em qualquer das etnias devolvida forma mais justa justificando o movimento de reação na ação deflagrada em tempo não específico ao fato consumado.
Participaram quantos em cada qual o movimento tem reação relativa à relatividade no individuo, qualificado pela intensidade energética na geração adequada do espaço ocupado a cada individuo necessário, quando a evidência do pensamento relaciona evidência na vida, quando a razão de tempo compreende naquele devido tempo não específico, individuo ocupando aquele espaço está pela energia de pensamento relativo na energia de movimento individuo, ate então a ação poderia ser somente de um, porém a reação traumatiza a todos tendo no retorno, qualidade da culpa na qualificação do trauma no mesmo individuo, qual interesse poderia ser o tempo perdido por terceiros em dizer a qualidade não é neutra além do desvio, isso se a quantidade de terceiros fosse proporcional, o que coloca a sociedade de etnias desproporcionais aos efeitos, porém na alternativa a vida prova o tempo específica na qualidade do feito ser somente do individuo, assim ele poderá carregar a sua cruz ate ao calvário e ser crucificado, mas isso será só depois da quaresma na sexta feira da paixão.
Márcio palafi. 01/03/2011.
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