segunda-feira, 21 de março de 2011

Crítica de movimento natural no realismo pelo humanismo.

Tsuname, a posse da terra.

Para o mundo admitir que alguém fique em regime, poder soberano quarenta anos ou mais, fazendo com que tenha razão a qualquer custo, parece frase de algum capaz em assegurar sua soberania em puro regime de ditadura, porém para um povo que quer se libertar usaria terceiros artifícios, além desse poder ter constituído situação? Seria a efeito de opressão? Então não seria confortável exibir corte de justiça como fazem com outros ditadores? Ate que passaram por transição negociável de reforma de constituição também a um custo de vidas? Não se relacionou terceiros para que o interior estivesse em demasia fora de uso, em se tratando de oriente médio muitos imigrantes partiram de lá por que razão for, não se sabe, estão em outras terras, mas a questão é alguém fica e assegura o poder a qualquer custo, ainda mais tendo atividade bélica capaz de destruir impostores, estando em seu local, outros também estariam a observar, como aquele ditador teria conseguido manter o poder, quando os outros estavam por dizer, sua ditadura de regime autoritário está ultrapassada, por várias e outras razões incluindo a paz, não podem desejar que reforme sua maneira de impor atividade de governo? Quantos mais antigos não estariam disposto à convecção após tortura do caveira em a libertação de ala com o sacrifício da vida para aclamação de Deus ou do Diabo? Qual seria a disposição da tirania depois de cristo emitir que a vida é plena no caminho da verdade, porém o caminho é de pedra.
A reflexão da paz está para o conselho de paz, o conselho da guerra está para a guerra, somente quem está em casa poderia saber que o diabo é muito mais maravilhoso que a feiúra da justiça, com retornos de crueldade quando a vida prova o efeito da onda, encontra fundamento na crítica do leitor quando a crueldade do trauma faz a sociedade emitir a nodoa da vingança, não termina não termina com o perdão de Deus, mas pode ter segmento com a injustiça do demônio querendo possuir a qualquer custo a razão do poder, para poder fazer tudo o que puder a qualquer custo.
Márcio palafi. 21/03/2011.

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