quinta-feira, 24 de março de 2011

Movimento das ondas.

O desvio para o tempo beneficia terceiros.


Considerar cidadania compreende que a visão do ser humano possua em exercício, qual na vida depende do raciocínio na realidade para converter intensidade de energia pensamento, em intensidade de energia no movimento realizado a tempo de conseguir, a partir daí um efeito na percepção da sociedade pelo entendimento, assim como negar o ócio fica competente quando recebe retorno dessa intensidade, qual emitiu como estímulo adotado por sua visão social, poder fazer competir à utilidade do seu tempo, porém a razão para negar o ócio para alguém compreende compensar o juízo," digo alguém ser humano no fato do cidadão se sentir bem alimentado", pois a realidade do seu consciente faz a capacidade no seu juízo, além do fato ser entendido no meio social como razão, quando beneficia o bem coletivo sem mesmo saber, que a visão de terceiros colocaria a não utilidade da razão do desvio, para fazer com que o dano da perda seja o benefício que os terceiros obtiveram com a perda quando dano.
Márcio palafi. 17/03/2011.



Lua litorânea.

As coisas que podemos entender, por mais
Estão ao alcance dos nossos sonhos
Os mesmos que sonhamos em possuir
A direção em que o tempo, para não mais
Voltar atrás com a extensão distante, além
Estimando ao estremecer quando caindo
ao relento madrugada, comum de verão
Há mais ondas pelo mar, quando lua cheia
Tem brilho prata, os reflexos vão tão fora
Do alcance, mas a vista fica radiante
De prazer numa noite de brilho sem fim.
Márcio palafi. 21/03/2011.

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