Pororoca.
No cotidiano dos acontecimentos em todos relembram conectando o tempo que não é específico, pois cada segundo difere se do outro por outra intensidade localizada em qualquer reação, assim delimitando então o fato do movimento relacionar facção de intensidade no instante de movimento.
Em se tratando de adequar isso ate ao radical é que encontramos a razão dos extremos apocalípticos, se um extremo é Deus e o outro é o Diabo, um dos extremos possuindo razão, o outro peleja a qualquer custo localizar a intenção como garantia de vida não conseguindo, assim há ligação própria na realidade do outro em tempo para admitir, que a razão imprópria não é de Deus, sendo localizada no Diabo que usa os extremos apocalípticos como razão própria, por fim na finalidade ficaria perdido na utopia?
O valor das coisas perdidas acionadas pelos extremos à razão, sendo justificada convencendo como ideal ao humanismo, tal razão de tempo que não é específico teria o feito proporcionado pela culpa não justificada, afim da condição do trauma ser a parte de contaminação no arbítrio sem colisão, enquanto a tangencia por síndrome localizada num tempo de realidade do fato justificado, compensa ou não o juízo.
Na realidade os extremos apocalípticos não colidem entre si, então a razão não justificada fica utópica, para que a vida mais prolongada possa perceber que a convecção usando o raciocínio seja a vida compreendida no realismo pelo humanismo, para o qual a visão no radical faz miscigenação então a vida prova por ser mais prolongada, a questão justa é viver e deixar viver.
Márcio palafi. 27/03/2011.
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