Além, no paraíso ser humano reproduz sendo entre animais.
Cada minuto quando passa a realidade do ser vivo se verifica capaz, meditando sempre em razão da continuidade de vida, não significa determinar a morte sem fim para generalizar a questão do negocio ir por mais tempo compensar o juízo.
O direito adquirido estabelece que a finalidade no princípio de vida, seja não se traumatizar, assim acarretar culpa a quem for não resulta em prover mérito, porque o retorno passaria a ser pelo desvio provocado, para o beneficio continuar além do mar das acácias, pura expressão, quando ressalta impunidade à continência desconhecida aos advérbios de lugar subentendidos em tempos preparados, como se a realidade da razão fosse delimitar uma ida sem continuação de volta.
Em bem acontecer minuto passou, porém adiante o pensamento antecede que o arbítrio encontre razão em existir por mais um dia, assim encontrando mais um trauma à sociedade étnica, pode se deixar administrar outra alienação por abstinência, incapaz de ser raciocinada pelo raciocínio alheio, passando a cruel aos olhos dos bem conhecedores superiores dos mais valiosos conceitos de felicidade, em dominar o poder na existência voraz, desfazendo da razão da vida por possuir poder sobre poder dos mais algozes poderosos, desfrutam do silencio nas aberrações adivinhadas em outro espaço, pois esse já passou diante dos olhos nos canalhas, não aproveita mais tempo, porém tanto espaço acabar pelo recomeço.
A vida merece o mérito da morte sem culpa de trauma nenhum retorno ate então resultou participar dos transtornos de bloqueios, os desvios na personalidade não são específicos, pois podem ficar e agir, em outro instante a razão também passa; a impunidade não revolta o poder de quem tem, somente coloca mais um quando quer ser alguém, por fazer algo além da alienação o ego nas extremidades entram em conflito, quando distúrbios provocam barreiras em síndromes, nos desejos de poder estão todos ali, podendo fazer o que a impunidade não da direito, além do mérito ser justo como direito adquirido, ainda existe a luta da vida pela morte do infame, qual sabe o diagnóstico do poder, porém a razão de Deus é justa tanto que a vida prova.
Márcio palafi. 20/03/2011.
Silencio mais profundo que a escuridão.
No silencio uma escuridão profunda
Da realidade mais clara, brio pacífico
Por de traz de antigos armários vazios
Capatazes dirigem opinião, que vão
Estacionar seus trechos descontentes
Mais freqüentes que a idade, não desfaz
Sem capacidade, a luz do destino simples
Como tanta dor mais voraz, sem cobertura
Se o poder consome todo o infinito
As sobras dos retratos, além do tempo
Somente das lembranças, o ruído
Escuridão de uma profunda agonia
Sem dor, sem margem, sem interior
O silencio da escuridão, mais profunda
Que vazia, não faz caso da dor sem ruído
Quando o profundo, não existe
O infinito ainda não chegou além.
Márcio palafi. 20/03/2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário